domingo, 21 de março de 2010

literatura e cultura famalicão 1895

  • Bernardo Pindela - "Jornadas Pelo Mundo".
  • António Carlos da Silva - "A Questiúncula da Confraria de Nossa Senhora do Carmo de Lemenhe".
  • Santa Casa de Miserciórdia de Vila Nova de Famalicão - "Relatório da Administração".
  • Alberto Sampaio - "As Vilas do Norte de Portugal".
  • É publicado o histórico jornal famalicense "Estrela do Minho". Teve como subtítulo "semanário religioso, literário e noticioso". O seu director e proprietário foi Manuel Pinto de Sousa. Com este título ficou até 1960, tendo sido o seu último número de 3 de Abril. José Casimiro da Silva, a partir de 11 de Abril, toma as funções de director e proprietário e reconduz o título para "Estrela da Manhã". duranto até 1989.
  • É publicado o jornal republicano "O Porvir", com o subtítulo "semanário republicano". Foi seu director Sousa Fernandes. De periodicidade semanal, e com algumas interrupções, o seu último número é de 31 de Dezembro de 1914.




  • Eduardo Carvalho, Sebastião de Carvalho e Sousa Fernandes - "Os Mistérios da Terra Negra".
  • É publicado em S. Miguel de Seide o jornal "O Leme", tendo sido redactor principal Nuno Castelo Branco e seu editor José Correia. De periodicidade semanal, teve duas série, sendo a última de 1913.
  • É publicado o 1.º Relatório da Conferência de S. Vicente de Paulo. São publicados até 1915. A partir do relatório de 1902. José de Azevedo e Menezes surge como o autor dos mesmos.
  • Falecimento de Ana Plácido.

literatura e cultura famalicão 1894

  • Bernardo Pindela - "De Braço Dado", em colaboração com o Conde de Sabugosa.
  • Júlio Brandão é nomeado Professor da Escola do Infante D. Henrique, no Porto.
  • Júlio Brandão é director da "Revista de Hoje", de características nefelibato-simbolista, do Porto, ao lado de Raul Brandão e depois com D. João de Castro e João da Rocha.
  • É publicado o "Almanaque do Minho", sendo o seu editor Manuel Pinto de Sousa. Dá destaque a Bernardino Machado.
  • É publicado o jornal "O Famelicense". Segundo Lopes de Oliveira, o seu primeiro número é de 14 de Fevereiro de 1894, com redacção e administração na Praça da Mota. Era impresso em Santo Tirso, na Tipografia do Jornal de Santo Tirso. Foi seu proprietário, administrador e editor Vitor Correia, tendo como redactores António Dias Costa e Manuel Augusto Correia Guimarães. Publicava-se às quartas-feiras. Ainda segundo Lopes de Oliveira, existiu outro título idêntico, que apareceu em Maio de de 1908, terminando em 1914. Era seu proprietário José Maria da Graça S. de Sousa Júnior.





sábado, 20 de março de 2010

literatura e cultura famalicão 1893

Bernardino Machado - "A Crise Política e Financeira eo Ensino"
Júlio Brandão - "Saudades"
Sousa Fernandes publica o texto "Vila Nova de Famalicão" no "Almanaque do Distrito de Braga".














Obs. O texto de Bernardino Machado está reeditado nas "Obras - Pedagogia T. I" (2009) e o de Júlio Brandão na edição de Fernando Guimarães (1999). O de Sousa Fernandes só foi publicado uma vez no referido "Almanaque".








literatura e cultura famalicão 1892

A "Introdução à Pedagogia" de Bernardino Machado foi recentemente republicada nas suas "Obras - Pedagogia T. I" (2009), uma edição conjunta da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão, o Museu Bernardino Machado e as Edições Húmus, sob a coordenação científica do Prof. Dr. Norberto Cunha e com prefácio do Prof. Dr. Rogério Fernandes. Assim começa: "A actividade humana não é toda uma. A nossa existência entretece-se de actos igulamente necessários, mas nem por isso idênticos." Alberto Sampaio publicaria pela primeira vez as "Vilas do Norte de Portugal" na "Revista de Portugal", dirigida por Eça de Queirós, tal como seu "Norte Marítimo". Estes estudos de Alberto Sampaio teriam novas publicações, nomeadamente em 1923, 1979, 1991 ("Ontem e Hoje" durante o ciclo "Pensar os Pensadores") e, mais recentemente, no âmbito das Comemorações do Centenário de Falecimento, a Câmara de V. N. de Famalicão e a de Guimarães, através da Sociedade Martins Sarmento, publicariam as "Obras", com prefácio de Amado Mendes. O texto de Álvaro de Castelões e os contos de Bernardo Pindela e de Júlio Brandão, o deste com o subtítulo "apontoados para um livro" (essencialmente naturalista e que dará mais tarde o livro de contos com o mesmo título) seriam publicadas na já conhecida e afamada "Revista de Portugal". Finalmente, "O Livro de Aglais", com prefácio de Guerra Junqueiro, terá uma reedição em 1999, numa edição e com uma introdução de Fernando Guimarães




Bernardino Machado - "Introdução à Pedagogia".
Alberto Sampaio - "As Vilas do Norte de Portugal".
Alberto Sampaio - "O Norte Marítimo".
Alberto Sampaio - "Ontem e Hoje".
Álvaro de Castelões - "A Questão Colonial".
Júlio Brandão - "Farmácia Pires".
Bernardo Pindela - "Um Sonho.
Júlio Brandão - "O Livro de Aglais".

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pindela Maternal

Meu querido Avô


Demorei uns anos, mas lá consegui compilar qualquer coisita acerca da História da nossa família Nazareth.
Quem éramos (e somos) de onde vimos... Duas décadas volvidas o tema apanhou-me as ideias. E as nossas conversas redobraram, agora com este seu neto talvez um pouco mais maduro...
Era, para mim, uma Monarquia então desconhecida, extraída da Razão, sem origens no Sangue. Uma Monarquia que convidava ao estudo e à meditação e assegurava a perenidade da sua crença.
Não é - nem por sombras - um trabalho completo, um estudo concluído. Não podia ser, sequer. É só um passo, porventura o primeiro dado por escrito. Outros certamente aprofundarão o tema. Nem o Avô quereria fosse este seu neto o único a ocupar-se em tal empresa.
João Afonso Machado

João Afonso Machado, Bibliografia

Caro João: o que aqui está feito, não equivale a que não faça o artigo respectivo para a imprensa, o qual irei realizá-lo no fim-de-semana, sobre o teu último livro "De Uma Família de Mareantes" (vai ter aqui no blog o seu destaque). O que aqui me falta fazer é simplesmente a minha homenagem a Pindela e à sua família, através de Bernardo Pindela. Abraço fraterno de amizade.






Caldeiras de Queiroz de Borba. Porto: [s. n.], 2003 (Porto: Uniarte Gráfica). 70 p.

Contos do Tempo. Linda-a-Velha: DG Edições, 2008. 152 p.









Eles Nunca Saberão. Porto: Caixotim, 2003. 123 p.

Estado de Coma. Porto: [Real Associação do Porto], 1995. 116 p.


Famalicão: recordações de uma vila. V. N. de Famalicão: Círculo de Cultura Famalicense, Cidade Hoje, 2004. 107 p.
Famalicão: uma vila que se inova. V. N. de Famalicão: Edições Quasi, 2006. 81 p. (Biblioteca Oito Séculos; Dir. Artur Sá da Costa).






Foi Quase. Linda-a-Velha: DG Edições, 2006. 159 p.


Minhotos, Diplomatas e Amigos: a correspondência (1886-1916) entre o 2.º Visconde de Pindela e António Feijó. Pref. J. Cândido Martins. Linda-a-Velha: DG Edições, 2007. 303 p.

O Morgadio de Pindela. Porto: [s. n.], 1999. 174 p. (Uniarte Gráfica).










método

Se este discurso parecer demasiado longo para ser todo lido de uma só vez, poder-se-á dividir em seis partes. Na primeira, encontrar-se-ão diversas considerações sobre as ciências. Na segunda, as principais regras do método que o autor procurou. Na terceira, algumas regras da moral que extraiu deste método. Na quarta, as razões pelas quais prova a existência de Deus e da alma humana, que são os fundamentos da sua metafísica. Na quinta, a ordem das questões que investigou e, particularmente, a explicação do movimento do coração e de algumas outras dificuldades que se relacionam com a medicina; depois, também, a diferença que existe entre a nossa alma e a dos animais. E, na última, que coisas julga serem precisas para avançar mais do que até agora na investigação da natureza, e que razões o levaram a escrevê-lo.
Descartes