sexta-feira, 24 de setembro de 2010

boletim cultural 30 anos

Sessão Fotográfica
Colóquio Os Novos Caminhos: História Local e Regional
Museu Bernardino Machado
24 de Setembro de 2010
  • Uma perspectiva fotográfica das comemorações dos 30 anos do "Boletim Cultural" da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
  • O Prof. Dr. Viriato Capela, Coordenador Científico do Colóquio (Universidade do Minho)




  • Dr.ª Isabel Drumond de Andrade (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), Dr.º Sá da Costa (coordenador Editorial do "Boletim Cultural" da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão) e o Prof. Dr. Viriato capela na sua intervenção.



  • Dr.ª Maria da Conceição Nogueira (Directora "Póvoa de Varzim: Boletim Cultural") e Dr. Artur Coimbra (Câmara Municipal de Fafe, "Dom Fafes: revista cultural")
  • Dr. Artur Coimbra, Dr. Artur Sá da Costa, Prof. Dr. Viriato Capela e Dr. Amaro das Neves ("Revista de Guimarães", da Sociedade Martins Sarmento)



  • Amadeu Gonçalves, Técnico-Superior da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, habitual colaborador do "Boletim Cultural" e membro do conselho consultivo do mesmo, intervindo nas continuidades e descontinuidades temáticas do "Boletim".




boletim cultural 30 anos

"Seria difícil encontrar melhor forma de celebrar o 30.º aniversário do "Boletim Cultural", dando à estampa mais um número (o vigésimo quarto, este que o leitor tem entre mãos) e promover o colóquio "Os Novos Caminhos da História Local e Regional", para reflectir e debater, com reputados especialistas, o papel e a importância que este género de publicações periódicas municipais - não apenas o da Câmara Municipal de Famalicão - desempenh(ra)am, em primeiro lugar, nas políticas culturais do seu território e comunidades, depois, no plano nacional e, em particular, a nível do incentivo à investigação e ao contributo dado na renovação da história local e regional."
Artur Sá da Costa
I
História. Memória. Literatura
  • Odete Paiva - "Os Genes Famalicenses no Brasil de Setecentos: os contratadores de diamantes", pp. 15-26.
  • Felisbela Oliveira Leite - "As Moedas Romanas da Estação Arqueológica de Perrelos", pp. 27-36.
  • Margarida Moreira - "Escavações Arqueológicas na Mamoa I de Mar de Água", pp. 37-47.
  • A. Martins Vieira - "História da Capela da Lapa e o Museu", pp. 49-58.
  • António Joaquim Pinto da Silva - "O Boletim do Grupo dos 29", pp. 59-79.
  • Amadeu Gonçalves - "O Neo-Realismo em Vila Nova de Famalicão", pp. 81-117.
  • José Manuel Lopes Cordeiro - "Ao Serviço do Povo Venceremos": a oposição estudantil nos últimos anos do fascismo (1969-1974), pp. 119-158.
  • José Manuel Lages - "Aspectos Desconhecidos da Guerra Colonial. O Hospital Militar da Marinha de Hamburgo, uma das retaguardas da guerra", pp. 159-162.
  • Amadeu Gonçalves - "Abílio Magalhães Brandão: apontamentos floclóricos famalicenses", pp. 163-235.
II
Eduardo Prado Coelho
  • "Colóquio Recordar Eduardo Prado Coelho", pp. 239-256.
  • António Mega Ferreira - "O meu caso com Eduardo", pp. 257-258.
  • Fernando Pinto do Amaral - "Uma «demabulação de palavras», pp. 259-260.
  • Simonetta Luz Afonso - "[Eduardo Prado Coelho]", p. 261.
  • Vasco Graça Moura - eduardo", p. 263.
  • Guilherme de Oliveira Martins - "Eduardo ou o Elogio da Atenção", p. 265.
  • Mafalda Ivo Cruz - "Seis Rosas", p. 267.
  • Manuel Maria Carrilho - "EPC", pp. 269-270.
III
Centenário da I República
  • "Carta de Bernardino Machado para sua mulher Elzira Dantas Machado e desta para o marido a 6 de Outubro de 1910", pp. 273-274.
  • António José Queiroz - "As Eleições Legislativas de 1925 em Vila Nova de Famalicão", pp. 275-279.
  • João Afonso Machado - "A Monarquia do Norte em V. N. de Famalicão: segundo a imprensa local", pp. 281-286.
  • Arminda Esmeralda de Araújo Ferreira - "Nuno Simões: reflexão de um republicano sobre as colónias", pp. 287-296.
  • Jorge Fernandes Alves - "Leituras sobre a Emigração em Portugal: revisitar o problema da emigração de Afonso Costa", pp. 297-307.
  • Filipa Sousa Alves - "Ser Eleitor: de 1910 a 1974", pp. 309-318.
  • Adília Fernandes - "As Mulheres e a Primeira Guerra Mundial", pp. 319-326.
IV
Comemorações
  • Museu Bernardino Machado - "Comemorações do 40.º Aniversário das Eleições Legislativas de 1969", pp. 329-406.
V
  • "Informação Cultural", pp. 409-414.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

tolstoi

INTRODUÇÃO
Mais do que uma fugaz homenagem a um autor maior, o centenário da morte de Lev Tolstoi constitui um momento único para evocar, de forma perene, a imortalidade da sua obra. É, pois, um orgulho poder apresentar esta edição especial de Guerra e Paz, uma colecção em 10 volumes que confere a este livro - um dos grandes marcos da literatura de sempre - uma nova dimensão artística.
A genilaidade do texto, aqui traduzido do russo, é sublinhada pelo contributo de dois dos maiores nomes da cultura portuguesa, profundos admiradores da obra de Tolstoi: António Lobo Antunes, com uma reflexão profunda e muito particular sobre o conteúdo e o universo da obra, e Júlio Pomar, que a preenche de imagens fascinantes.
Nos anos 50, Júlio Pomar ilustrou uma edição de Guerra e Paz que seria distribuída em fascículos. No entanto, pelo contéúdo e, em particular, pelos desenhos, a circulação desses fascículos viria a ser proibida pela PIDE, o que define bem o valor histórico da obra.
Os Editores

literatura de viagens


"Estava com o meu filho de doze anos no clube vídeo, quando ele alugou O Verão de Kibujiro, um filme japonês com um tipo duro e um miúdo, onde a encantadora personagem do rufia cheio de tiques é representada pelo actor Beat Takeshi. Como poderia eu saber naquela altura aonde aquilo nos iria levar?" (19)
Peter Carey

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Hanna Arendt e a ética

I
Responsabilidade
  • Ditadura e Responsabilidade Pessoal.
  • "A verdade é que temos de descobrir tudo desde o princípio, a partir da nossa ignorância, por assim dizer - quer dizer, sem a ajuda de categorias e regras gerais que transcendam as nossas experiências." (22)
  • "Serão os que dispõe de critérios e de normas que não se ajustam à experiência, ou os que não têm outro ponto de apoio para além da sua experiência, que é, além disso, uma experiência que não se deixa enquadrar por conceitos preconcebidos? Como poderemos pensar ou, o que é ainda mais importante no nosso contexto, como poderemos julgar sem nos abseramos em critérios, normas e regras gerais preconcebidos, aos quais possamos fazer corresponder os casos e as circunstãncias particulares? Ou, por outras palavras: que se passa com a faculdade humana de julgar quando se confronta com circunstâncias que significam a derrocada de todos os nossos critérios costumados e são, portanto, sem precedentes no sentido de não se encontrarem previstas pelas regras gerais nem tão-pouco como excepções a essas regras? Qualquer resposta válida a estas interrogações teria de partir de uma análise da natureza humana ainda extremamente misteriosa do juízo humano, e daquilo que este pode e não pode levar a cabo. Porque só se supusermos que existe uma faculdade humana que nos torna capazes de julgar racionalmente, sem que sejamos movidos nem pela emoção nem pelo contrário, os seus próprios princípios através da própria actividade de julgar; só se o supusermos, poderemos aventurar-nos. pelo nosso lado, neste terreno moralmente tão escorregadio, mantendo alguma esperança de virmos a descobrir terra firme." (23)
  • Algumas Questões de Filosofia Moral
  • Responsabilidade Colectiva
  • Pensamento e Considerações Morais
II
Juízo
  • Reflexões sobre Little Rock
  • O Vigário: um silêncio culpado?
  • O Processo de Auschwitz
  • O Feitiço Contra o Feiticeiro

terça-feira, 21 de setembro de 2010

stendhal e o amor


Amar é ter prazer em ver, palpar, sentir com todos os sentidos e tão perto quanto possível, um ser adorável e que nos ama.
Stendhal

p. salvador cabral, a polémica

O ano de 2000 foi um ano muito agitado para o P. Salvador Cabral com a publicação do livro "Fátima Nunca Mais ou Nunca Menos?" Fica aqui o registo, ou pelo menos algum, da época dessa mesma polémica pela imprensa famalicense (o jornal "Vila Nova" já não existe) e pela nacional. A esta hora, Deus que não pede justificações, estão os dois a conversar sobre tudo e nada e deambulam, escutando Deus a música de Cabral...



Cidade Hoje. V. N. de Famalicão (21 jan. 2000), p. 5




Expresso (26 Ago. 2000), pp. 8-9.


Opinião Pública. V. N. de Famalicão (10 Dez. 1999), p. 14






Opinião Pública. V. N. de Famalicão (5 Maio 2000), p. 12.


O Povo Famalicense. V. N. de Famalicão (25 Abr. 2000), p. 2


Público (16 Abr. 2000), p. 24



Público (21 Nov. 2000), p. 23


Vila Nova. V. N. de Famalicão (4 Maio 2000), p. 10
Vila Nova. V. N. de Famalicão, (20 Abr. 2000), pp. 2-3.