um livro que reúne os textos sobre josé saramago, a nível mundial, nos dias do seu falecimento. com prólogo de antónio costa e introdução de pilar del río, observamos a universalidade do escritor: textos da alemanha, argentina, bélgica, barsil, canadá, chile, colômbia, cuba, el salvador, espanhaestados unidos, frança, israel, itália, méxico, moçambique, nicarágua, panamá, paraguai, peru, portugal, reino unido, sara ocidental, uruguai e com uma série de depoimentos, a fundação josé saramago divulga, desta forma, o que de lá de fora, e de cá de dentro, pensaram então sobre o nosso mais do que nobelizado escritor. como nos diz pilar del río na introdução, Palavras para José Saramago "é um livro, claro, mas é também um dever de gratidão e um mapa sentimental e lúcido." e mais à frente: "Este livro pretende colmatar uma falaha, dizer qoa que se dedicaram o seu tempo e a sua sensibilidade a escrever sobre José Saramago que os seus textos foram lidos, guardados, acarinhados, entendidos. É também um roteiro, necessariamente incompleto, que se pode percorrer sentindo as sensações percebidas em cada país e contadas de forma magistral por escritores, jornalistas e professores, por críticos literários e por políticos..." A Fundação José Saramago está de parabéns por oferecer aos leitores saramaguianos esta "geografia sentimental" e universal."Os livros são as melhores provisões que encontrei para esta humana viagem." (Montaigne)
domingo, 3 de julho de 2011
palavras do mundo
um livro que reúne os textos sobre josé saramago, a nível mundial, nos dias do seu falecimento. com prólogo de antónio costa e introdução de pilar del río, observamos a universalidade do escritor: textos da alemanha, argentina, bélgica, barsil, canadá, chile, colômbia, cuba, el salvador, espanhaestados unidos, frança, israel, itália, méxico, moçambique, nicarágua, panamá, paraguai, peru, portugal, reino unido, sara ocidental, uruguai e com uma série de depoimentos, a fundação josé saramago divulga, desta forma, o que de lá de fora, e de cá de dentro, pensaram então sobre o nosso mais do que nobelizado escritor. como nos diz pilar del río na introdução, Palavras para José Saramago "é um livro, claro, mas é também um dever de gratidão e um mapa sentimental e lúcido." e mais à frente: "Este livro pretende colmatar uma falaha, dizer qoa que se dedicaram o seu tempo e a sua sensibilidade a escrever sobre José Saramago que os seus textos foram lidos, guardados, acarinhados, entendidos. É também um roteiro, necessariamente incompleto, que se pode percorrer sentindo as sensações percebidas em cada país e contadas de forma magistral por escritores, jornalistas e professores, por críticos literários e por políticos..." A Fundação José Saramago está de parabéns por oferecer aos leitores saramaguianos esta "geografia sentimental" e universal.
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José Saramago
castelao
para yoli, docemente

A Associaçom Galega da Língua, denominada AGAL, republicou no ano passado o livro de Castelao "Sempre em Galiza" numa edição portuguesa. A AGAL é uma associação sem fins lucrativos legalmente constituída em 1981, (faz este ano precisamente 30 anos) tem como um dos seus objectivos principais a dinamização plena da língua do galego-português da Galiza e a sua reintegração no âmbito linguístico a que historicamebnte pertence. o galego-luso-brasileiro. Ao mesmo tempo da republicação do livro de Castelao numa edição portuguesa, a AGAL publicou as "Sete Achegas a Castelao e ao Sempre em Galiza". Diz-nos Miguel R. Penas, Vice-Presidente da AGAL e director da Através Editora, a marca editorial da respectiva associação galega, que o Sempre em Galiza "é um dos alicerces ideológicos em que se apoiou o nacionalismo galego para se reconstituir após a barbárie fascista que comemçou no ano de 1936... É um livro fundamental para conhecer a Galiza, para nos aproximar do nosso país e da sua História e para sermos capazes de interpretar o porquê dum movkimento como o nacionalismo galego, o galeguismo político, que tem umas características próprias e que promove desde há quase cem anos a concepção da Galiza como uma colectividade nacional, como uma nação."
RODRÍGUEZ CASTELAO, Alfonso Daniel Manuel
Sempre em Galiza. Alfonso Daniel Manuel Rodríguez Castelao; Versão em língua portuguesa Fernando Vasquez Corredoira; Coord. editorial Miguel R. Penas, Alexandre Banhos; Glossário Fernando Vasquez Corredoira; Notas Ernesto Vasquez Sousa, Fernando Vasquez Corredoira. [S. l.]: Associaçom Galega da Língua, Através Editora, 2010. 580 p.
Fernando V. Corredoira - "Prefácio à Versão em Língua Portuguesa do Sempre em Galiza"
Camilo Nogueira - "A Rota do Sol"
Francisco Rodríguez - "Portugal e Nós"
X. M. Beiras - "Castelao e a Economia Galega"
Margarita Ledo - "Castelao Como mediação"
Encarna Otero - "Sempre na Galiza: leitura obrigada"
Luis G. ´Foz` - Castelao, Portugal e a Independência"
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Literatura
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
da esperança política

"Este livro trata de contribuir para uma nova teoria do tempo social num dos seus aspectos mais relevantes - como se realciona a sociedade com o seu futuro, comos e antecipa, comos e decide e configura - extraindo desta perspectiva uma série de lições que podem ajudar a uma renovação do nosso modo de entender e levar a cabo a política. A crítica do uso que as sociedades fazem do tempo futuro é uma chave para desenvolver uma reoria crítica da sociedade. Toda a teoria da sociedade deve ser hoje uma teoria do tempo e, especialmente, do emprego que fazemos do futuro. E é que a crise da política tem muito a ver com uma crise do futuro e da sua crescente ilegibilidade. A transformação que as sociedade democráticas necessitam será a de considerar o futuro como o seu espaço mais interessante de acção, se acertamos agora de estabelecer os procedimentos para nos libertar da tirania do curto prazo e abrir-mo-nos até ao horizonte mais ambicioso da longue durée. Essa era a tarefa que Max Weber assinava à política: gerir o futuro e responsabilizar-se por ele."
Daniel Innerarity
O Futuro das sociedades democráticas. Uma teoria da justiça intergeracional
II
A paisagem temporal da sociedade contemporânea. Uma teoria da aceleração
III
Como se conhece o futuro? Uma teoria de prospectiva
IV
Como se decide o futuro? Uma teoria da decisão
V
Quem se encarrega do futuro? Uma teoria da responsabilidade
VI
Cronopolítica. Uma teoria dos ritmos sociais
VII
A política numa sociedade pos-histórica. Uma teoria da contingência política
VIII
A construção política da esperança colectiva
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Filosofia
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