quinta-feira, 26 de maio de 2011

a águia e a renascença portuguesa



Fernando Catroga - O Voo d`A Águia ao Amanhecer da República

Fernando Guimarães - A Águia, o Saudosismo e Teixeira de Pascoaes

J. Pinharanda Gomes - A Filosofia n`A Águia e na Renascença Portuguesa

António José Queirós - Algumas Notas sobre o Republicanismo Portuense

António Cardoso - A Águia e Renascença Portuguesa no Contexto da Primeira República/Arte e Iconografia

Paulo Samuel - Da Revista A Águia ao «Renascença Portuguesa»

José Gama - No Centenário de A Águia e da Renascença Portuguesa, no Contexto da República: o projecto educativo-pedagógico

surrealismo



"...o Segundo Olhar pode ser bem mais poderoso que o Primeiro."

Patrícia Portela


"O passado não impermeabiliza."

"... a proximidade da morte dava boas histórias. Que pessoas que sabem que vão morrer contam melhores histórias. Uma pessoa podia escrever uns capítulos intensos se obrigasse alguém - alguém que vá morrer no minuto seguinte - a contar histórias."

Afonso Cruz


"... literatura na pele é literatura convertida em lugar-comum."

Miguel Castro Caldas


"... o sentido da vida está na qualidade das nossas relações uns com os outros..."

"... ser sombra dos dias..."

Joana Bértholo


"... uma espécie de vida ao lado."

Paulo Condessa


"O dos cadáveres esquisitos? Não, queria desculpar-me mas discordo. Não, não concordo com essa palavra. Se há coisa que um cadáver nãp consegue ser é esquisito. Sossegado, simpático, belo, estético... Isso sim... Para mim, esquisitos são os vivos... Estranhos... Sempre a fazer carantonhas..."

Sandro William Junqueira


"

garcía márquez



malcolm lowry



quarta-feira, 25 de maio de 2011

educação e instrução na I república



EXPOSIÇÃO


I - Antes da República

II -Os Pedagogos da República

III - A Educação Cívica e Patriótica

IV - Os Manuais de Ensino

V - O Ensino Primário

VI - O Ensino Secundário: os liceus

VII - O Ensino Profissional

VIII - O Ensino Científico e Experimental

IX - O Ensino Superior

X - A Mulher e o Ensino

XI - A Festa da Árvore




TEXTOS


I - Cândida Proença - Educação para Todos: o ensino na I República

II - Joaquim Pintassilgo - O Ensino Primário

III - Luís Marques Alves - Ensino Técnico: um espaço educativo marginalizado mas "responsável" pelo nosso atraso

IV - Jorge Ramos do Ó - O Ensino Liceal nos Anos da I República

V - Justino Magalhães - A República e o Livro Escolar

VI - Margarida Louro Felgueiras - O Professor Primário e as suas Imagens

VII - Luís Reis Torgal - A Universidade e a República

VIII - Paulo Trincão - Construção de uma Exposição

IX - Cronologia Comparada







terça-feira, 24 de maio de 2011

um livro mais de savater

aquilo que somos, somos sendo


livro dos saberes práticos



"A pergunta pelo tempo nada tem a ver com o que vais fazer, mas sim com o que tu és. O tempo é algo que te acontece a ti, algo que faz parte da tua vida: queres saber o que é o tempo porque pretendes conhecer-te melhor, porque te interessa saber de que se trata tudo isto - a vida - em que acontece estares metido. perguntar «o que é o tempo?» é algo semelhante a perguntar «como sou eu?».


Savater


I - Filosofia? O que é isso?

II - Sócrates: culpado!

III - Lá em cima e cá em baixo: os dois herdeiros

IV - O cuidado consigo mesmo

V - A filosofia sobe aos altares

VI - Muitos humanos e satisfeitos por isso

VII - A alma e as máquinas

VIII - Faça-se luz!

IX - A revolução das ideias

X - Foi mesmo ontem

XI - Explicação Final

XII - Despedida

XIII - Cronologia

quinta-feira, 19 de maio de 2011

adam smith (1723-1790)


Parte I Da Correcção da Conduta.

Tem três secções. A primeira fala-nos do sentido da correcção, analisando a simpatia e a simpatia mútua, das virtudes afáveis e respeitáveis, entre outros assuntos. A segunda, evidencia-nos os graus das diferentes paixões que são compatíveis com a correcção, analisando as paixões que se originam com o corpo, as paixões que se originam numa inclinação ou hábito particular da imaginação, as paixões antisociais e sociais, assim como das paixões egoístas. A terceira analisa os efeitos da prosperidade e a adversidade sobre o juízo da pessoas relativamente à correcção da conduta. Pretende argumentar nesta asecção o quanto da nossa simpatia com a tristeza é geralmente uma sensação mais intensa que a nossa simpatia com a alegria, analisa a origem da ambição, asim como a corrupção dos nossos sentimentos morais.


Parte II Do Mérito e o Demérito, os os Objectos da Recompensa e o Castigo.

É constituída por três secções. Na primeira, analisa o sentido do mérito e o demérito, na segunda a justiça e a beneficiência, enquanto que na terceira argumenta a influêmncia da fortuna nos sentimentos do ser humano, relativamente ao mérito ou demérito das acções.


Parte III. Do Fundamento dos Nossos Juízos Acerca dos Nossos Próprios Sentimentos e Conduta, e do Sentido do Dever.

Analisa nesta terceira temas como do princípio da auto-aprovação e auto-desaprovação, do amor e do louvável e do pavor da reprovação, da influência e autoridade da consciência, d anatureza do auto-engano, e a origem e utilidade das regras gerais, da influência e autoridade das regras gerais e em que casos o sentido do dever há-de ser o único princípio da nossa conduta e em que casos hão-de concorrer também outro tipo de motivações.


Parte IV Do Efeito da Utilidade sobre o Sentimento da Aprovação

Fala-nos da beleza que a aparência de utilidade confere a todas as produções artificiosas e pretende ampliar a influência desta espécie de beleza e abarca a beleza da aparência da utilidade que ela confere à personalidade e aos actos do ser humano e em que medida a percepção desta beleza pode ser considerada como um dos princípios fundamentais da aprovação.


Parte V Da Influência do Costume e a Moda sobre os Sentimentos de Aprovação e a Desaprovação Moral

Aqui analisa a influência do costume e a moda sobre as nossas noções de beleza e de fealdade, assim como a influência do costume e da moda sobre os sentimentos morais.


Parte VI Do Carácter da Virtude

Divide em três secções. Na primeira, fala-nos do carácter do ser humano enquanto que afecte a sua própria felicidade, ou da prudência. Na segunda, evoca o carácter do ser humano, enquanto afecta a felicidade de outros seres humanos. Finalmente, na terceira secção aborda a continência.


Parte VII. Dos Sistemas de Filosofia Moral

Constituída por quatro secções. Explana na primeira as questões que devem ser examinadas numa teoria dos sentimentos morais. Na segunda, evoca as diferentes explicações que têm sido dadas acerca da natureza da virtude. Na terceira, examina os diferentes sistemas que têm sido elaborados relativamente ao princípio de aprovação e, finalmente, na quarta secção, temos a forma em que os distintos autores têm abordado as regras práticas da moral.