quarta-feira, 25 de maio de 2011

educação e instrução na I república



EXPOSIÇÃO


I - Antes da República

II -Os Pedagogos da República

III - A Educação Cívica e Patriótica

IV - Os Manuais de Ensino

V - O Ensino Primário

VI - O Ensino Secundário: os liceus

VII - O Ensino Profissional

VIII - O Ensino Científico e Experimental

IX - O Ensino Superior

X - A Mulher e o Ensino

XI - A Festa da Árvore




TEXTOS


I - Cândida Proença - Educação para Todos: o ensino na I República

II - Joaquim Pintassilgo - O Ensino Primário

III - Luís Marques Alves - Ensino Técnico: um espaço educativo marginalizado mas "responsável" pelo nosso atraso

IV - Jorge Ramos do Ó - O Ensino Liceal nos Anos da I República

V - Justino Magalhães - A República e o Livro Escolar

VI - Margarida Louro Felgueiras - O Professor Primário e as suas Imagens

VII - Luís Reis Torgal - A Universidade e a República

VIII - Paulo Trincão - Construção de uma Exposição

IX - Cronologia Comparada







terça-feira, 24 de maio de 2011

um livro mais de savater

aquilo que somos, somos sendo


livro dos saberes práticos



"A pergunta pelo tempo nada tem a ver com o que vais fazer, mas sim com o que tu és. O tempo é algo que te acontece a ti, algo que faz parte da tua vida: queres saber o que é o tempo porque pretendes conhecer-te melhor, porque te interessa saber de que se trata tudo isto - a vida - em que acontece estares metido. perguntar «o que é o tempo?» é algo semelhante a perguntar «como sou eu?».


Savater


I - Filosofia? O que é isso?

II - Sócrates: culpado!

III - Lá em cima e cá em baixo: os dois herdeiros

IV - O cuidado consigo mesmo

V - A filosofia sobe aos altares

VI - Muitos humanos e satisfeitos por isso

VII - A alma e as máquinas

VIII - Faça-se luz!

IX - A revolução das ideias

X - Foi mesmo ontem

XI - Explicação Final

XII - Despedida

XIII - Cronologia

quinta-feira, 19 de maio de 2011

adam smith (1723-1790)


Parte I Da Correcção da Conduta.

Tem três secções. A primeira fala-nos do sentido da correcção, analisando a simpatia e a simpatia mútua, das virtudes afáveis e respeitáveis, entre outros assuntos. A segunda, evidencia-nos os graus das diferentes paixões que são compatíveis com a correcção, analisando as paixões que se originam com o corpo, as paixões que se originam numa inclinação ou hábito particular da imaginação, as paixões antisociais e sociais, assim como das paixões egoístas. A terceira analisa os efeitos da prosperidade e a adversidade sobre o juízo da pessoas relativamente à correcção da conduta. Pretende argumentar nesta asecção o quanto da nossa simpatia com a tristeza é geralmente uma sensação mais intensa que a nossa simpatia com a alegria, analisa a origem da ambição, asim como a corrupção dos nossos sentimentos morais.


Parte II Do Mérito e o Demérito, os os Objectos da Recompensa e o Castigo.

É constituída por três secções. Na primeira, analisa o sentido do mérito e o demérito, na segunda a justiça e a beneficiência, enquanto que na terceira argumenta a influêmncia da fortuna nos sentimentos do ser humano, relativamente ao mérito ou demérito das acções.


Parte III. Do Fundamento dos Nossos Juízos Acerca dos Nossos Próprios Sentimentos e Conduta, e do Sentido do Dever.

Analisa nesta terceira temas como do princípio da auto-aprovação e auto-desaprovação, do amor e do louvável e do pavor da reprovação, da influência e autoridade da consciência, d anatureza do auto-engano, e a origem e utilidade das regras gerais, da influência e autoridade das regras gerais e em que casos o sentido do dever há-de ser o único princípio da nossa conduta e em que casos hão-de concorrer também outro tipo de motivações.


Parte IV Do Efeito da Utilidade sobre o Sentimento da Aprovação

Fala-nos da beleza que a aparência de utilidade confere a todas as produções artificiosas e pretende ampliar a influência desta espécie de beleza e abarca a beleza da aparência da utilidade que ela confere à personalidade e aos actos do ser humano e em que medida a percepção desta beleza pode ser considerada como um dos princípios fundamentais da aprovação.


Parte V Da Influência do Costume e a Moda sobre os Sentimentos de Aprovação e a Desaprovação Moral

Aqui analisa a influência do costume e a moda sobre as nossas noções de beleza e de fealdade, assim como a influência do costume e da moda sobre os sentimentos morais.


Parte VI Do Carácter da Virtude

Divide em três secções. Na primeira, fala-nos do carácter do ser humano enquanto que afecte a sua própria felicidade, ou da prudência. Na segunda, evoca o carácter do ser humano, enquanto afecta a felicidade de outros seres humanos. Finalmente, na terceira secção aborda a continência.


Parte VII. Dos Sistemas de Filosofia Moral

Constituída por quatro secções. Explana na primeira as questões que devem ser examinadas numa teoria dos sentimentos morais. Na segunda, evoca as diferentes explicações que têm sido dadas acerca da natureza da virtude. Na terceira, examina os diferentes sistemas que têm sido elaborados relativamente ao princípio de aprovação e, finalmente, na quarta secção, temos a forma em que os distintos autores têm abordado as regras práticas da moral.



quarta-feira, 11 de maio de 2011

coisas





reescrevo estas linhas, após o jantar, escritas na esplanada, depois de mais um fim do dia de trabalho. e digo reescrevo, porque o que se reescreve nunca fica igual ao que se escreveu. tem estado uns dias simplesmente fantásticos, assim comecei então. [queria dizer mais alguma coisa...] [ah, já sei, ...] [passou] [voltou outra vez, que estas linhas reescritas deveriam estar no blog http://diariosincompletos.blogspot.com/ mas apeteceu-me colocar aqui hoje, sim, talvez por alguns pensamentos do dia, que até podem ser banais...] e hoje até saí de casa de camisa de manga curta e andei como gosto, [quando o tempo assim está],de camisa por fora, como se costuma dizer, de fraldas de fora. cheguei ao museu, e até parece que estavam em reunião, em círculo, e lá tiveram que dizer a sua piada, hoje vem de fraldas de for! lol ao menos lá ando como gosto, ora então, assim, porque não. já algum tempo que estava para comprar o número do" jornal de letras, artes e ideias" dedicado a vitorino magalhães godinho (1918-2011) e adquirio-o hoje. agora, na esplanada do café, quando o folheei e o fui lendo, no "dicionário pessoal" de godinho aparece esta frase que aqui registo: "hoje só interessa o imediato e, como tal, as pesoas ignoram tudo o que se tenha passado há mais de cinco anos. Grande parte dos economistas de hoje não sabem com o era a Economia das décadas de 1970 e 1980. Mas para haver responsabilidade tem de haver um equilíbrio entre o que vem de trás, o que recebemos e aquilo que podemos fazer." [acrescento que não é preciso retroceder tanto tempo: o crime do nosso tempo é mesmo o esquecimento!] também comprei "le magazine littéraire", dedicado a cioran, o qual, já qui escrevi neste blog, foi tratado indiferentemente por kundera. destaco igualmente da mesma revista o breve ensaio relacional entre a literatura e a filosofia, uma das minhas paixões. atrás de mim, dois namorados traídos, mas um mais razoável, a aconselhar o outro, furioso com a namorada porque o enganou com outro! enfim, é a vida! a vida é uma reinvenção constante, nós no mundo com o mundo, com os seus exageros e paradoxalidades. dias como o de ontem não interessa a ninguém, nem ao menino jesus: acumulamos, acumulamos, julgamo-nos fortes e depois caímos, é queda. uma queda que nos rejuvenesce para o mundo e enfrentá-lo. eis a caminhada. e depois, porque é que as pessoas não falam directamente connosco quando têm algo a dizer, acabando sempre por incomodar e interceptar terceiros? é o jogo do gato e do rato desde os primórdios do mundo até ao seu fim.

domingo, 8 de maio de 2011

gonçalves crespo (1846-1883)

n.º de homenagem da revista "o ocidente" a gonçalves crespo, em 1883. um abraço fraternal de amizade ao dr. manuel sá marques, que teve a amabilidade de me enviar este recorte.