sábado, 7 de maio de 2011

a geração de coimbra de bernardino machado II




João Penha

(1838-1919)









A. de Magalhães Basto - "Falam Velhos Manuscritos... Há Quarenta Anos Faleceu João Penha". In O Primeiro de Janeiro (13 Fev. 1959).












a geração coimbra de bernardino machado I

























quinta-feira, 5 de maio de 2011

língua




"O que a poesia faz não é mais do que inventa, a partir da comum faculdade da linguagem, ou da língua comum que supõe uma comunidade multiplamente clivada."


Manuel Gusmão

domingo, 1 de maio de 2011

da justiça e da política



I

Corrupção: problema legal ou ético?

O pacto da corrupção

Variedade de corrupção

Causas e áreas de risco da corrupção


II

A inoperância da justiça

O papel dos média no combate à corrupção

A ineficácia da resposta política

O papel da sociedade civil: da tolerância

ética, política e economia


I - Economia e Moral
II - Economia, Ciência e Política
III - Financiamento e Eficiência Económica
IV - A Recente Crose Financeira Internacional

sábado, 30 de abril de 2011

joão paulo II a minha homenagem



LIMITE IMPOSTO AO MAL


Mysterium iniquitatis: a coexistência do bem e do mal

Ideologias do mal

O limite imposto ao mal na história da Europa

A Redenção como limite divino imposto ao mal

O mistério da Redenção

A Redenção: vitória dada como tarefa ao homem


LIBERDADE E RESPONSABILIDADE


Para um uso justo da liberdade

A liberdade é para o amor

A lição da história recente

O mistério da Misericóridia


PENSANDO PÁTRIA

(PÁTRIA - NAÇÃO - ESTADO)


Sobre o conceito de pátria

O patriotismo

O conceito de nação

A história

Nação e cultura


PENSANDO EUROPA

(POLÓNIA - EUROPA - IGREJA)


A Pátria Europeia

A evangelização da Europa Centro-Oriental

Frutos bons no terreno do iluminismo

Missão da igreja

Relação da Igreja com o Estado

A Europa no contexto dos outros continentes


DEMOCRACIA: POSSIBILIDADES E RISCOS

A democracia contemporânea

Regresso à Europa?

A memória materna da Igreja

A dimensão vertical da história da Europa


EPÍLOGO

«Alguém tinha guiado aquela bala...»


sexta-feira, 29 de abril de 2011

manuel gusmão & da poesia


A
Da poesia como razão apaixonada
Da poesia como razão apaixonada
Da poesia como razão apaixonada
Coisas que fazemos com a literatura
[Como e porquê falar de poesia?]
Desde que somos um diálogo
Da condição paradoxal da poesia

B
Rimbaud: alteridade, singularização e contrução antropológica
Cesário Verde: o «cartógrafo» e a temporalização dos mapas
O Fausto de Pessoa: um teatro em ruínas
Da evidência poética: justeza e justiça na poesia de Sophia
Uma apresentação de Livro VI
A leitura de Carlos de Oliveira
A arte da poesia em Carlos de Oliveira
Carlos de Oliveira e Herberto Helder: ao encontro do encontro
Leiam Herberto Helder Ou o Poema Contínuo
Herberto Helder, «a estrela plenária»
Entre nós e as palavras (Mário Cesariny)
Algumas variações em resposta à poesia de Ruy Belo
Pequena fala sobre a poesia com Ruy Belo
A invenção do corpo amorosa em Luiza Neto Jorge: o som e a fúria do sentido
A arte da poesia em Gastão Cruz
Assis Pacheco: Respiração Assistida - algumas notas para lhe assistir

C
O tempo da poesia: uma constelação precária.



Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão / Associação Portuguesa de Escritores

Grande Prémio de Ensaio "Eduardo Prado Coelho" 2010





  • ... diz a convicção de que a escrita-e-a-leitura da poesia mostram no seu fazer-se que nós somos também isso mesmo: corpos históricos singulares, percorridos por uma escrita emaranhada; uma voz escrita, inscrita e excrita - tatuagem e palimpsestos; em alguma medida, somos feitos e desfeitos pelo poieín das artes: pela poesia..; pelo romance em que procuramos os nossos possíveis; pelas cenas onde os corpos e vozes ardem à nossa vista; pelos filmes que nos correm no sangue; pela música que nos sopra os ventos nas árvores do cérebro; pelas pinturas que nos constroem o olhar capaz de folhear o visível; pelas fotografias em que ficámos para sempre (junto a) uma rocha batida pelas ondas; pelas esculturas em que tacteamos o desabamento e o voo do mundo; por essa dança que nos desenha no ar, enquanto dançamos à beira do vulcão; pelas palavras que um dia nos disseram ou não disseram, por tudo aquilo que escolhemos ou nos escolheu, ou por aquela lettera amorosa que lemos e relemos e contudo não chegou a ser lida, nem enviada. (10-11)