terça-feira, 25 de janeiro de 2011

a voz do emerso de alexandre

Apresentação do novo livro de Alexandre Teixeira Mendes "A Voz do Emerso", no Clube Literário do Porto, na cidade invicta, com ilustrações de Elisabete Pires Monteiro, no piano-bar, às 17h00.






Noite Escarlate




Respiro a custo em meio às naves

Meu corpo ascende pelo teu alento

Por sobre a abóbada celeste alucino

Detenho-me na noite escarlate

Sob o que de repente se esvai

O frémito do azul anil do céu

Ante o que assoma irrevogável

A luz branca retoma o seu fulgor




Alexandre Teixeira Mendes

os filósofos e o amor


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

a ética de aristóteles por fernando savater

savater questionando


I
O Papel da Filosofia
II
Para Começar, a Morte
III
As Verdades da Razão
IV
Eu Dentro, Eu Fora
V
O Animal Simbólico
VI
O Universo e os seus Arredores
VII
A Liberdade em Acção
VIII
Artificiais por Natureza
IX
Viver Juntos
X
O Calafrio da Beleza
XI
Perdidos no Tempo
XII
Vida Sem Porquê?

pensar a república com humor

Na Reitoria da Universidade do Minho, em Braga, está patente ainda ao público a exposição "O Jogo da Política Moderna: desenho humorístico e caricatura na I República". Deixo aqui estas fotografias (e que me desculpe ficarem tão mal!), com um abraço fraternal de amizade saudosa, para o Dr. Manuel Sá Marques.







domingo, 23 de janeiro de 2011

entre a filosofia e a literatura


Roger Bacon





"A natureza, por vezes, ensina-nos coisas surpreendentes, de maneira inesperada."

lídia jorge e portugal




"Percebe-se que o momento aconselha grande prudência, e ela implica passos lentos de desinflamação de relações que estão ao rubro, e não vão deixar de o estar a breve prazo. É possível que a ideia de uma espécie de armísticio universal comece agora a fazer o seu caminho. Lá onde se emaranhou o ódio e a desconfiança em níveis perigosamente insuportáveis, talvez seja possível começar a desenrolar o fio do novelo, em sentido oposto. Ora um país que a si mesmo se define, política e geograficamente, como uma costa, e que se tem por um povo de boa relação, deverá estar preparado para, no futuro, desmuniciar-se desse ethos pacífico que a si mesmo se atribui? Permancendo na sombra, e na apatia e na insignificância, como em tantas ocasiões tem procedido até agora? - Em princípio, não deverá." (186-187)