sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

pensar o feminismo

MUSEU DA GUARDA
Carolina Beatriz Ângelo: intersecções dos sentidos / palavras, actos e imagens. Coord. Dulce Helena Pires Borges. Guarda: Museu da Guarda, 2010.



  • Dulce Helena Pires Borges - "Carolina: um enigma"
  • Dulce Helena Pires Borges, João Esteves - "Carolina Beatriz Ângelo: origens, famílias, parentescos, teias, afinidades"
  • Cronologia
  • João Esteves - "Entre o Feminismo, o Republicanismo e o Sufragismo"
  • Isabel Lousada - "Carolina Beatriz Ângelo: cúmplice e conspiradora"
  • Maria Antonieta Garcia - "Mulheres Rebeldes: feministas na cidade; patroas, trabalhadoras e senhoras de malfeitorias menores nas aldeias".
  • António Lopes - "A Luta Pela Plena Cidadania no Feminino"
  • Maria Helena Carvalho dos Santos - "A Primeira Geração Política e Maçónica Integrada por Mulheres e Homens".
  • Maria do Sameiro Barroso - "Prolapsos Genitais - a tese de Caolina"
  • Madalena Braz Teixeira - "Sobre Carolina Beatriz Ângelo".
  • Teresa Pizarro Beleza - "Carolina e o Voto".
  • Manuela Tavares - "Carolina Beatriz Ângelo - 100 Anos Depois - Um Longo Percurso nos Direitos das Mulheres



do catálogo: estandarte da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas. Seda Pintada. Colecção Museu Maçónico Português

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

zweig e o(s) demónio(s)



o fascínio deste livro é uma viagem entre a literatura e a filosofia. não podia ser melhor na selecção de zweig, transportando nele as grandezas e as singularidades do humano, no seu melhor e no seu pior, na sua caminhada por este mundo.




quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

mark vernon e platão

mark vernon e a filosofia prática

"Neste livro, vamos analisar as vidas e destinos de alguns dos mais importantes, alguns dos mais frequentemente esquecidos e alguns dos mais excêntricos desses mestres antigos. O objectivo é reflectirmos sobre e, assim, reflectirmos sobre as nossas próprias vidas. Perguntaremos o que têm a dizer-nos enquanto tentamos perceber aquilo que consideramos importante e criar um modo de vida que tente alcançá-lo."



I
Pitágoras e a procura do significado
II
Safo e a arte de prestar atenção
III
Platão e o amor pelo diálogo
IV
Diógenes, o Cínico, e o carácter ilusório da fama
V
Diotima de Mantineia e a razão por vezes não se fazer sexo
VI
Aristóteles e a sobreviência à impopularidade
VII
Pirro de Élis e o afastamento temporário da descrença
VIII
Epicuro e a razão de menos ser mais
IX
Zenão de Cítio e a psicologia das compras
X
Aristipo de Cirene e um equívoco comum realtivamente ao prazer
XI
Onexícrito ouve o apelo para viver com maior simplicidade
XII
Cleantes, o Aguadeiro, e trabalhar tanto que se passa ao lado do que se quer
XIII
Hipárquia de Maroneia e casar por amor
XIV
Bion de Borístenes e a sabedoria de mudar de opinião
XV
Menipo de Gadara e a seriedade do riso
XVI
Marco Manílio e o exercício do livre arbítrio
XVII
Segundo, o Silencioso, e os perigos de viajar
XVIII
Sexto Empírico e a loucura das modas alimentares
XIX
Hipátia de Alexandria e viver em tempos de violência
XX
Sócrates e ser conduzido à morte

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

sophia de mello breyner andresen

Numa altura em que se prepara o Colóquio Internacional Sophia de Mello Breyner Andresen (a decorrer nos dias 27 e 28 de Janeiro do corrente ano) que se realizará na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, decorrendo a 26, na Biblioteca Nacional, a doação do seu espólio com a inauguração da exposição "Sophia de Mello Breyner Andresen: uma vida de poeta", nada melhor do que aqui a recordar com um poema, que saiu normalmente, à sorte, folheando o livro que aqui temos. Ei-lo:




O País Sem Mal



Um etnólogo diz ter encontrado
Entre selvas e rios de longa busca
Uma tribo de índios errantes
Exaustos exauridos semimortos
Pois tinham partido desde há longo anos
Percorrendo florestas desertos e campinas
Subindo e descendo montanhas e colinas
Atravessando rios
Em busca do país do mal -
Como os revolucionários do meu tempo
Nada tinham encontrado





domingo, 9 de janeiro de 2011

os filósofos de diotima




"[Os filósofos] São intermediários entre ambos os extremos, como indubitavelmente sucede com o Amor: pois se a sabedoria se conta entre as mais belas coisas e se o Amor é amor do Belo, forçosamente terá de ser filósofo e, como filósofo, , situar-se no meio termo entre sábio e ignorante. Ora, a causa de tais características reside justamente na ua origem: de uma parte, um pai sábio e engenhoso; de outra, uma mãe desprovida de sabedoria e de recursos."


Diotima de Mantineia, O Banquete







sábado, 8 de janeiro de 2011

filosofia para adolescentes

"... agir correctamente, agir moralmente, podia revelar-se uma das tarefas mais difíceis que existem."
Tugendhat



O filósofo Ernst Tugendhat, na foto, e com mais dois colaboradores, analisa, de forma informal, neste livro particularmente dialógico, vários temas em diálogos permanentes, não só na realidade escolar, como também no meio familiar. Temas como o sentido da vida e do sofrimento, o sentido da propriedade e a regra de ouro, a amizade e o respeito, a ética da responsabilidade e da solidariedade, assim como a ética do cuidado, são temáticas analisadas por adolescentes, os quais, entre si e com o mestre, neste caso o professor, e depois em diálogos familiares, tentam estabelecer novos caminhos identitários para as suas vidas. A nova antrolopologia fundada por Tugendhat, que pretende ressalvar uma nova noção de sujeito perante as deliberações e dilemas éticos, imprime a este livro a unidade e a concordância para a redescoberta do ser humano no mundo e qual o seu papel.







I

Qual é o pior dos crimes?


II

Os danos causados pelos roubos são todos iguais?


III

É sempre proibido fazer sofrer os outros?


IV

Compromissos e enganos


V

A regra de ouro e o respeito


VI

O dever de sermos solidários


VII

Simpatia e antipatia


VIII

Responsabilidades e castigos


IX

Autonomia e virtudes


X

O sentido da vida e a felicidade