sexta-feira, 29 de outubro de 2010

escultura e música na república

  • Eduardo Leite - "A Escultura na Primeira República".
  • Rui Vieira Nery - "As Músicas da República. O São Carlos e a Representação Social das Elites - IV"
  • Rui Viera Nery - "Francisco de Lacerda (1869-1934). Colorido Impressionista e Idealização Rural".

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Bach Under The Stars: Air on the G String BWV 1068

pecado humano

THOMSON, Olivier
História do Pecado. Trad. Susana Serrão. Lisboa: Guerra e Paz, Editores, 2010. (Não Ficção: História)
I
A NATUREZA DA MORAL
  • 1.1 - A génese da moral.
  • 1.2- As causas das diferenças morais.
  • 1.3 - A matéria-prima da moral.
  • 1.4 - As componentes típicas dos códigos morais
  • 1.5 - Extremos e desvios.
  • 1.6 - As características dos códigos morais.
  • 1.7 - Motivações e sanções.
  • 1.8 - As fontes da liderança moral.
  • 1.9 - Formação moral-propaganda.
  • 1.10 - Ciclos de vida.
II
UMA HISTÓRIA DO PECADO
III
E A SEGUIR?

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

eugen drewermann



  • "A melhor maneira de "demonstrar" ou de "louvar" a Deus na sua grandeza não é elevando a sua actividade ao plano duma excepção sobrenatural, ou rebaixando-a a um processo de preencher as lacunas dos nossos conhecimentos científicos; Deus actua dentro da natureza e através dela, e quan to mais procurarmos compreender as bases e as leis da sua criação, longe de nos afastarmos dele, mais dele nos aproximarmos; são elas, essas bases e essas leis, que nos permitem ao menos fazer uma ideia da sua grandeza e da sua sabedoria." (27)






  • "Precisamos de acreditar na imortalidade dos animais, pelo menos como ideia reguladora da nossa razão prática, para justificar uma ética que considere devidamente os seres que são criaturas como nós. Não devemos "salvar" os animais, mas temos o dever de os deixar em paz na medida do possível." (37)


  • "... o maior risco que um ser humano pode correr é o de ver a sua capacidade de amar anulada pelo medo ou a misantropia." (12)
  • "... o amor é o último presente que nos chega dos tempos paradisíacos, o único lugar onde ainda conseguimos entrever o que Deus pretendia que fossemos e a forma como desejava ver as nossas vidas. " (13)







simone weill (1909-1943)



  • "Também eu sou diferente / daquilo que imagino ser. / Saber isto, / é perdoar." (16)
  • "Aceitar em si mesmo um vazio, / é sobrenatural." (18)
  • "É preciso ficar um tempo / sem recompensa, / natural ou sobrenatural." (18)
  • "Amar a verdade / significa suportar o vazio, / e por conseguinte aceitar a morte. / A verdade / está ao lado da morte." (19)
  • "O amor não é consolação, / é luz." (22)




Revolucionária e santa (canonizada por João Paulo II), filósofa (aluna de Husserl) e poeta, este livro de Weill foi-me oferecido pelo Dr. Manuel Simões, que seleccionou e traduziu as poesias que então publicou na colecção por ele dirigida e que se chamava, e se chama, "Deus Escondido". Como era hábito, oferecia-me sempre os seus livros com uma dedicatória sempre muito especial. A deste livro encontra-se aqui. E isto está mau. Cheguei a uma conclusão: a biblioteca não está a ser organizada convenientemente, ela organizada está, em três grandes áreas, literatura, filosofia e história, por ordem alfabética, pelo menos hoje não vai seguir a letra "A" - pode ser que mais daqui a pouco e o "A" da literatura. Até porque no livro de Simone Weill apareceram dois recortes de imprensa alusivos ao teólogo Eugen Drewermann e, claro, lá fui há garagem-biblioteca onde está a bancada filosófica para ver o que tinha de Drewermann e não está mal representado. Lá está... Hoje vai ser uma viagem até há filosofia...



  • "Se amarmos a Deus / pensando que Ele não existe, / Ele manifestará a sua existência." (25)
  • "... o ausente / se tornou imaginário..." (26)
  • "Descer em si mesmo, / até onde reside o desejo / que não é imaginário." (26)
  • "Tudo o que há em mim de precioso, / sem excepção, /vem de fora de mim, /não como um dom, mas como um empréstimo / que tem de ser contiunamente renovado." (30)
  • "Morte. / Instante, sem passado nem futuro. / Indispensável / para chegar à eternidade." (35)
  • "O belo é aquilo / que não se pode querer mudar." (51)
  • "Há momentos / em que pensar em Deus nos separa dele." (81)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

al berto

  • Al berto, pseudónimo do poeta português Alberto Raposo Pidwell Tavares, veio a Famalicão, mais propriamente em 1993, apresentar o livro, "O Medo", na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco. E, como disse ontem, as surpresas seriam muitas, e assim, aqui está uma delas, mais uma, um autógrafo de Al Berto da sua vinda a Famalicão, ficando, portanto, com uma recordação de um dos mais célebres e originais poetas da contemporaneidade portuguesa.

  • "... será possível permanecer no poema sem perecer?" (374)







literatura e cultura famalicão 1926

  • Abílio Garcia de Carvalho - "A Eucaristia e a Medicina".
  • D. Manuel Gonçalves Cerejeira - "O Humanismo em Portugal: Clenardo".
  • Bernardino Machado - "A Política e o Poder Militar".


  • António Gomes da Costa Oliveira - "Um Grito de Revolta".
  • Sousa Fernandes - "Relatório do Museu Camiliano de Seide em 31 de Dezembro de 1915 tendo sido apresentado pelo seu director à Câmara Municipal de V. N. de Famalicão".
  • Daniel Rodrigues é nomeado Administrador Geral da Caixa Geral de Depósitos.
  • Nuno Simões, em Agosto, recupera a liberdade, pagando uma fiança de duzentos e oitenta contos.
  • Bernardino Machado renuncia à Presidência da República (2.º exílio).
  • O concelho de Vila Nova de Famalicão participa na Exposição Industrial Portuguesa. "O Vegetariano", em Novembro, publicação portuense, com o sub-título "órgão da Sociedade Vegetariana Naturista Portuguesa", no artigo "A Nossa Homenagem À EXposição Industrial Portuguesa 1926", cita a empresa famalicense A Lavoura, dirigida então por Alfredo Costa e que sob o nome de João dos Campos divulga no jornal portuense "O Primeiro de Janeiro", as normas para a melhoria produtiva das terras se avolumarem, e que "honra as páginas de "O Vegetariano" com a sua atraente, sugestiva e didáctica colaboração, os que, ajudam, com as suas máquinas e aperfeiçoados instrumentos, o árduo mas pacífico arrotear do solo pátrio tão rudimentarmente arroteado."
  • São fundados os Bombeiros Voluntários Famalicenses.
  • Falecimento de Sebastião de Carvalho.