as heresias às vezes sabem bem: e a heresia de hoje é que o fazedor deste blog já estava cheio do natal. de vez em quando, sabe bem sermos diferentes, porque o mundo necessita da diferença para sobreviver. às vezes, não somos nós próprios, porque o mundo sobrevive na diferença e nós nele, o mundo em nós. assim se caminha paulitanamente na sobrevivência dos dias.
"Os livros são as melhores provisões que encontrei para esta humana viagem." (Montaigne)
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domingo, 26 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
dos dias
dois textos e uma reflexão. antes da reflexão um café. os textos de que falo, e aqui já colocados, um é de mário soares e publicado na "visão" com o título "os "vencidos da vida" de hoje" e o outro é de paulo tunhas com o título "tempo propício a desejos e riscos" e publicado na revista "o mundo em 2011". se, por um lado, o texto de mário soares pretende revelar um optimismo, evidenciando os ganhos de abril, que não se colocam em causa, antes pelo contrário, veja-se, por exemplo, o caso de famalicão, na medida em que a partir dos anos oitenta assistiu-se a uma projecção construtiva e dinâmica dos equipamentos culturais, tem uma evidência, muitas vezes, de facto, esquecida pelos políticos, agentes económicos e sindicalistas: os recursos humanos, a pessoa, o ser humano. exemplo concreto disto são as greves: o que interessa há imprensa, aos sindicatos e aos políticos são, indiscutivelmente, os números, não as pessoas ou os problemas sosciais a serem resolvidos. tudo continua na mesma ou ainda pior! depois, quando assistimos a debates de uma campanha pré-presidencial tão amorfos, tão sem ideias, tão sem chama, tão sem alma e tão sem coração interrogamos sobre a passividade acomodativa da sociedade portuguesa. esta (a)comodação leva-nos à reflexão do filósofo paulo tunhas. por um lado, esta (a)comodação leva-nos a algo de irreflectido. a ética não nasce da passividade nem da inactividade, nasce da acção para uma razoabilidade do humano, mesmo sabendo, como ponto de partida, que a ética poderá ser uma ficção. mas esta ficção ética poderá ser uma realidade, mas uma realidade que não poderá ser entregue a uma "sorte moral". a ética não nasce da sorte das acções do ser humano. assim não teria fundamento e o ser humano não teria os seus próprios fundamentos de existenciariedade. a tal "sorte moral" que paulo tunhas fundamenta encaixa perfeitamente nesta ética contemporânea da aparência que não aparenta, simplesmente se acomoda. correr riscos, sim; pensarmos de novo em desejos, sim. mas os riscos e os desejos do ser humano não devem entrar nessa "sorte moral", seria a ilegitimação da ética e não daria novos rumos ao ser humano, numa época em que existem mais incertezas do que certezas, porque uma época sem referências.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
dos dias
a personagem feminina alice bergstrom do livro de paul auster "sunset park" lamenta que os homens do pós-guerra nada digam, enquanto que os da sua geração falam pelos cotovelos, impondo a si próprios e aos outros. é esta a ideia que fica. escrevo no fim do capítulo, no próprio livro o seguinte. do que se fala e do que se não fala, do que se diz e do que se não diz, nada se fala e nada se diz. onde ficar? há minha frente, o cliente habitual, leitor dos jornais, a falar de deus e da bíblia e da igreja com um atento ouvinte e paciente. ao fundo, umas meninas conversando e rindo, da vida, possivelmente, um só, que lancha pacatamente e animadamente, mais perto, uma senhora, que lia, não reparei na capa do livro nem no autor, duas, porque não, apesar de idades diferentes, conversam possivelmente também da vida, talvez a mais nova a ouvir algum conselho, quem sabe, e ao meu lado, uma menina folheando já nervosamente uma revista, possivelmente há espera da vida, que não chega. onde ficamos? ao fundo, pausas. no essencial? de deus, da vida, o essencial. e hoje, julgo já que ontem, ou ante-ontem, chegou ao museu a "revista de história da biblioteca nacional", do rio de janeiro. tema de capa: as profecias. claro, lá tinha que falar do nosso p. antónio vieira. dois textos sobre a implantação da república portuguesa: um exclusivo e dedicado a bernardino machado. apesar de não falar do museu, foca o endereço on-line. já não é mau. pode ter o seu autor, caio boschi, algumas afirmações que não se coadnuem à verdade. como esta: dizer que bernardino machado não participou na "articulação política" do ideário republicano. é um erro! e depois nem sequer evidenciou o facto da dupla nacionalidade de bernardino machado: carioca sim, mas cidadão português, registando-se na câmara municipal de vila nova de famalicão aos 21 anos. cidadão brasileiro e cidadão português. monárquico e republicano. as polémicas de sempre. fora destas polémicas, vale a pena ler este depoimento do próprio machado: mais do que duplicidade, a unicidade. palavras retiradas da sua conferência no centro democrático de lisboa, em 4 de agosto de 1906, abrindo a campanha eleitoral. encontra-se no livro "o neo-liberalismo da monarquia".

"Vim da monarquia. Não solicitei do Partido Republicano nada, nem a inscrição do meu nome nos seus cadastros; mas tanto me identifiquei com ele, que todas as considerações ele me tem dispensado, até me elevar ultimamente à suprema dignidade de membro do seu directório. E não precisei para isso de quebrar a minha personalidade moral por quaisquer complacência. Continuo a ser o que sempre fui, um homem de ordem, de paz, a quem repugnam todas as violências, que quer o respeito de todos os direitos, e respeita no fundo de todos eles o direito de viver, mas decidido a caminhar sempre e ir sempre para a frente, custe o que custar, sem ódios, sem ameaças, mas também sem desfalecimentos, inexoravelmente, até à última extremidade aonde seja necessário ir para defender a liberdade, porque só ela é a ordem, a paz e a segurança de todos os direitos. Eu que, em monárquico, combati tantas vezes não só os meus adversários monárquicos, ams também os meus próprios correligionários e até colegas meus do ministério, eu que me esforço por ser bom, mas não à custa da minha independência, nem à custa de ninguém... eu não estou passivamente dentro do Partido Republicano, deixando-me arrastar pela onda que passa, eu luto e lutarei sempre dentro dele, contra o mal - que, seja quais forem as formas que revista, é sempre a ditadura, o desmancho dos chefes - porque não é só na sociedade portuguesa que os dirigentes valem muito mais que os dirigidos, também no Partido Republicano, apesar de todo o meu apreço por tantos seus dirigentes, que são os grande smestres da democracia, as virtudes cívicas brilham para mim sobretudo no povo republicano. A superioridade mesmo do nosso partido vem disso, de ser o único partido do povo."

ainda falta escrever um texto sobre o seu ideário republicano, entre o positivismo e o utilitarismo para o ideal de cooperação social na busca prometaica. na monarquia liberal, conservador liberal ou liberal conservador e, perante a fase preliminar da adesão ao republicanismo, a indecisão socialista. no republicanismo, um dos seus teóricos principais. muitas vezes, hoje não se fala do que se deve falar, há palavras fantasmas que vagueiam pelo ar, repletas de futilidades, sem nexo. do essencial não palavras.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
do dia

hoje o dia nem correu mal. há dias assim. mas todos os dias correm bem, às vezes é que podemos andar mais além, noutro mundo, e depois descemos. e todos os dias correm bem, sem sombra de dúvida. logo de manhã foi a visita do amigo joão abreu, da academia das emoções, o primeiro emotólogo, já assim considerado. já aqui falei dele. fiel a si próprio. de carácter firme. amigo insubstituível. falámos de tudo um pouco, como sempre, deste mundo, da política e da cultura. e no fim falei-lhe da minha última leitura, de afonso cruz, que retrata muito bem a sociedade portuguesa, a qual está refém de si própria, necessitando de um grito de liberdade. a ideia foi esta, acho, se não foi, fica aqui transmitida. da leitura de afonso cruz e do seu último livro, pelo menos do que se leu até agora, chama-se "a boneca de kokoschka", registo a metáfora da gaiola: "Os pássaros ficavam encolhidos a um canto, tentando evitar olhar para aquela porta aberta, desviavam os olhos da liberdade, que é uma das portas mais assustadoras. Só sentiam livres dentro de uma prisão. A gaiola estavam dentro deles." imagem metafórica fabulástica da passividade da sociedade portuguesa. e depois temos as personagens, definindo-as assim, isaac dresned, pigmalião, bonifaz vogel, o metafísico, franz ackerman, o esteta, tsilia, a realista. temas que já apareceram: tempo, afecto, deus, liberdade, paraíso. de continuar simplesmente a leitura. e, antes disto tudo, há que referir o livro que entretanto vi no quiosque, as conversas com saramago de josé carlos de vasconcelos. claro, lá se comprou. mas de surpresas mais há até ao fim do dia. encontro o amigo serguilha, o nosso poeta metafísico, e cede-me o último livro dele, "korso", numa edição bem original da editora brasileira dulcineia catadora, publicado em 2009, assim como também a revista colombiana de poesia "arquitrave", o n.º 44, de agosto de 2009. joão rasteiro, na introdução, com o título "la poesía portuguesa hoy" fala de serguilha nos seguintes termos: "expulsa de sus textos la asociaciones lógicas y la lógica aristotélico-cartesiana, cultivando "los nexos descabellados y las incongruencias sintácticas y semánticas". Es una escritura que se oculta en un denso bosque de signos y que obligal al lector perdido a encontrar el camino de los significados, teniendo para eso que seleccionar y combinar las palabras a través de su sentido personal, de forma a encontrar un camino en el laberinto. La búsqueda de la vida y la muerte. La interminable búsqueda de la palabra que tortura y alimenta." serguilha aparece ao lado de poetas como tolentino mendonça, valter hugo mãe, josé luís peixoto, entre outros. mas continuava a haver ainda mais surpresas. tinha também um livro de alexandre teixeira mendes, do meu caro amigo alexandre, do porto, poeta e ensaísta, uma das vozes poéticas mais originais que conheço, e chama-se o livro "animal humano". do alexandre tenho outros, nomeadamente "dourada a têmpera", e "non omnis confundar". "dourada a têmpera" é o nome do seu blog na busca de um novo caminho poético, fora dos trâmites e dos cânones, tal como é o caso de serguilha. e a última surpresa do dia seria uma fotografia cedida pela amiga conceição lopes, claro, uma reprodução do original, com ela presente e outras duas pessoas que, e mais o fazedor deste blog, então trabalhava, trabalhavam na biblioteca da fundação cupertino de miranda. ainda era tão novinho...
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
dias

o fim do dia foi mirabolante, pois claro, já não houve aquele sossego do fim do trabalho com uma leitura e lápis na mão, o cigarro depois do café, por sorte não chovia, e lá fui às compras, quando se vai às compras o final do dias é sempre outro, alguns com novidades, outro sem novidades. e hoje houve novidades, por sorte não chovia, mas ainda houve tempo, depois das compras, de ir ao café, e lá se saiu com o saco das compras na mão, sim, por sorte não chovia, frio também não estava, temperatura amena, assim, e lá se ía deambulando pela rua por onde se gosta sempre de ir, faz lembrar um pouco a infância, poucos são já os sítios da infância, então aquela álvaro de castelões, já não existe, que coisa, os tempos devoraram a existência de uma outra rua, ainda há alguma fotografia por aí, ainda existe um álbum de fotografias do outro famalicão, pelo menos o físico, o mental já não sei, mas dizia então que se deambulava pela rua favorita, e, quando se atravessa para o outro lado, alguém olha com ar muito sério, também com ar muito sério, mas então o que se passa, não fiz nada, até passei na passadeira e tudo, janela aberta, caiu uma lata do saco, olha-se para trás, ora bolas, o saco rompeu-se, o do pão, não era saco propriamente para outras compras, pediu-se desculpas e agradeceu-se, até conheço a pessoa chamativa e atenta pelas ruas de famalicão, lá se vai apanhar a lata, o pão parece que estava vivo, também caiu, ós diabos, lá se foi o pão, não saiu do saco de papel, saiu do plástico, e lá teve que ser, pegar no saco com cuidado para não se perder mais nada, e no quiosque ao pé da paragem do autocarro, arranja um saco, por favor, lá se explica a situação, como se fosse necessário explicar a situação, não há nada a explicar, e depois o guarda-chuva, sempre a mais, mas é preciso, ora, é preciso, e este guarda-chuva já tem durado muito, até demais, e hoje, sinceramente, pouco apetece fazer, até havia uns planos, como aquela participação para a comissão do centenário da república, fazer um texto e unir umas fotografias, texto que se chamaria e se vai chamar "vila nova de famalicão e a república" e assim participa-se, e se participa, e se dava a conhecer ao mundo a república famalicense na temática "repórteres da república", até porque tenho um amigo que quando me vê com a máquina fotográfica na mão e lá estou em alguma actividade diz, cá temos o nosso benoliel, e diz-se, não quero ser tanto, não quero ser tanto! apresento a rua da minha infância...
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
dias

Decepção, decepção... Lá fui hoje até ao Porto, com o último Paul Auster publicado entre nós no bolso para ler durante a viagem de combóio, para ir visitar a exposição "Teixeira Gomes: os anos do Porto". Costumo dizer que quando se colocam as expectativas altas, a decepção vem logo a seguir. Foi o que aconteceu com esta exposição mínima sobre Teixeira Gomes, sem catálogo, e não se podia tirar fotografias! Em Lisboa, em todas as exposições, mesmo a da "Resistência", no Porto, a tal das ditaduras republicanas e não só, que pretendia falar da cultura mas não fala, ou não falou, palmas aqui para a da Cordoaria, podia-se tirar fotografias. E, neste teor, o quadro de Júlio Brandão pintado por António Carneiro aparece completamente descontextualizado face ao resto da exposição, este famalicense que esteve na frente do Museu Soares dos Reis, quando se chamava Museu Municipal do Porto, recebendo então Teixeira Gomes em 1924, na sua viagem presidencial. O que valeu foi que a tarde não estava má, o sol até estava agradável, e ainda deu para ir a pé até à Latina e aí adquirir a nova edição das "Novas Cartas Portuguesas". Depois mais um passeio, com a FNAC ao lado, e lá encontrei Chesterton e os "Melhores Contos do Padre Brown", de Paul Veyne "Como se Escreve a História", e este livro fez-me lembrar o meu 12.º ano que então nos meus trabalhos para a disciplina de História tentava justificar a História como disciplina multidisciplinar, humana e científica, com Marc Bloc e os neo-marxistas da nova história como base. No regresso, maravilhou-me o conto de Luísa Costa Gomes "O Golpe do Ascensor da Biblioteca", publicado na antologia de contos "1910", claro, contos com a República como pano de fundo; e ao dirigir-me até ao Majestic para um café, como eram 15h00, hora de um cafézinho, ainda vi, chamemos assim, os bonecos do relógio da FNAC na sua dança das horas. Nem tudo foi mau, afinal de contas, esta meia tarde de feriado da reatauração, e há-de continuar a ser óptimo até ao fim do dia.
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domingo, 21 de novembro de 2010
dias
Hoje comemora-se o dia mundial da saudação. No dia 19 comemorou-se o dia mundial da Filosofia. Não queria que estas duas datas passassem-se despercebidas neste blog. A Filosofia, que começou com essa figura metafórica do espanto, hoje já não se espanta a si própria, nem com o mundo, nem se transcende a si própria. Contudo, a Filosofia sobrevive-se a si própria, commovimentos de rotação muito peculiares, com a intenção de voltar às origens, o questionamento do questionar o mundo na busca da cidade da verdade. O filósofo, esse ser estranho, ainda hoje assim cognominado, que procura a justiça no mundo, segundo dizem, mas não é apenas isso que busca, o filósofo, que na denominação de Merleau-Ponty, no livro que aqui divulgo com algumas citações, "que não é um ser inteiramente real", é, ao mesmo tempo, da realidade, superando-a, no espanto, porque o espanto do mundo o faz sobreviver em si com os outros, transcendendo-se a si próprio, na busca da luz entre a sensação (aisthesis), as opiniões (doxa), e a verdade (aletheia). Perante a cidade dos homens e de Deus, acrescento, na ideia de Ponty, a cidade da verdade, conseguida através do questionamento constante. O filósofo e a filosofia ajudam nessa descoberta, não havendo nenhuma conclusão, entre o passado e o presente dirigido ao futuro. Na existência de sermos, o espanto do mundo ainda faz falta para a sobrevivência da Filosofia, em diálogo constante com as outras sabedorias e conhecimentos. E do dia mundial da saudação colocarei uma série de postais, colecção editada pelo Museu Bernardino Machado, a propósito da cordealidade de Machado, o qual, nas "Notas dum Pai", considera a cordealidade como uma das maiores virtudes do ser humano! Num mundo sem referências, entre o que se diz de manhã e o que se diz ao fim do dia já não é a mesma coisa, onde não há um cumprimento, existindo a falta de respeito, a indiferença pelo outro, nada melhor do que divulgar esta colecção de postais para uma saudação aos que visitem este blog, para a cordealidade do humano seja uma realidade cada vez mais e encantatória para a superação dos dias. Estas caricaturas são de Manuel Monterroso e foram publicadas no jornal "Miau" em 28 de Janeiro de 1916.
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sábado, 20 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
dias
e hoje apetecia-me uma luz incandescente, assim algo que aparecesse do nada, e não houve nenhuma, entre chuva e frio, frio e chuva, e hoje não me apetecia estar assim, e não pensar em nada, mas alguma coisa se pensa, sempre, mesmo abstraído do mundo, hoje não me apetecia estar assim, como a personagem do quadro de françois schuiten, que se chama, por sinal, biblioteca, não, hoje apetecia-me algo, e não tenho, apenas sinto, e não me apetecia sentir, não se devia sentir, só viver, assim, sem nada, sentir nada, apenas, sei lá, entre o sentir e o não sentir sempre é preferível sentir algo, conhecido e desconhecido, o conhecido sempre é melhor, o desconhecido do conhecido uma aventura, sempre, as aventuras são boas, o sonho, a aventura do sonho, irresistivelmente, sim, o sonho é irresistível, neste caminhar, e ajuda-nos a caminhar... frio e chuva... e fazer alguma coisa sempre se faz... eis uma luz ao fundo do túnel caminhando... e é melhor deixar este texto já sem nexo!
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
dias
Hoje o blog é todo ecológico, no ano de aniversário de José Saramago, e cito esta frase retirada do Evangelho: "... a eternidade que é ainda continuar por algum tempo mais quando os que conhecemos e amámos já não existem." (94) Estas fotos foram tiradas antes de começar o trabalho de investigação no jornal lisboeta dirigido por um famalicense, Nuno Simões, advogado, político e publicista, e que se chama "A Pátria (19020-1924), a propósito das referências sobre e textos de Bernardino Machado, igualmente famalicense e uma constante referência e com uma grande colaboração nas páginas do jornal citado. E para além do blog ser ecológico é, igualmente, outonal, no esplendor das cores que esta estação nos oferece. As árvores são do Parque de Sinçães, o qual fica situado entre a Casa das Artes e a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão.
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